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Não sofra com a TPM
A Nutrição Clínica Funcional, uma especialidade que atua preconizando a individualidade Bioquímica de cada paciente, vem demonstrando ótimos resultados em uma série de estudos para identificar nutrientes e fitoterápicos capazes de tratar esse transtorno que atinge as mulheres desde o início da sua fase reprodutiva até a Menopausa .
O tratamento terapêutico através da Nutrição Clínica Funcional varia de acordo com o conjunto de sintomas apresentado pela paciente. Hoje a disfunção é classificada em quatro grupos de TPM :
1. TPM tipo A: envolve sintomas como ansiedade, irritabilidade e tensão nervosa, com prevalência de 65 a 75%;
2. TPM tipo C: com prevalência entre 25% e 30%, se caracteriza por aumento de apetite (incluindo, principalmente, desejo de comer doces), fadiga, dor de cabeça e palpitações;
3. TPM tipo D: geralmente se manifesta com depressão, choro, letargia, insônia e confusão mental, ocorrendo em 25% a 30% das mulheres;
4. TPM tipo H: com incidência de 60% a 70%, e que pode causar retenção de líquidos, ganho de peso no período pré-menstrual, dores na barriga e nos seios.
Em alguns casos pode haver a junção de dois ou mais tipos de TPM, principalmente em mulheres sedentárias, com sobrepeso, alimentação rica em produtos industrializados, consumo excessivo de bebida alcoólica...
No tratamento da TPM A, preconiza-se uma alimentação rica em vitaminas do complexo B, vitamina E e magnésio, podendo haver a necessidade da suplementação desses nutrientes. Alimentos ricos em fibras também são indicados. Deve-se evitar o consumo de carboidrato refinado ( açúcar ,pão branco, doces), cafeína( café ,chá e refrigerantes ), laticínios e gordura saturada proveniente de animais.
O tratamento para TPM C deve garantir uma alimentação rica em magnésio, ácido cis-linoleico, GLA (ácido graxo), cromo, zinco, além de vitaminas B6, B3 e C ou fazer uma suplementação. Deve –se evitar o consumo de preparações com farinha de trigo refinada , sal, doces, álcool, gordura animal. O aumento de óleos ricos em cis-linoleico pode ser conseguido com o consumo de óleo de girassol e prímula.
Para as mulher tipo TPM D tratamento mais atual é o multidisciplinar . A anamnese deve ser mais profunda incluindo o diagnostico das áreas da Psicanálise,Psiquiatria,Ginecologia. Pois nesse tipo de TPM podemos encontrar alteração dos níveis hormonais(estradiol, progesterona e androgênios); Psiquiátricos e comportamentais. A verificação dos níveis sanguíneos de metais pesados é um dado complementar para o tratamento desse transtorno, pois a contaminação por chumbo pode gerar muitos dos sintomas citados.
No tratamento nutricional da TPM D, são indicados aminoácidos, como, por exemplo, a Ltirosina e triptofano e conforme cada caso, respeitando a individualidade bioquímica da paciente poderá ser indicado a suplementação de vitamina B6, magnésio. A Cimicífuga Racemosa, também conhecida como Black Cohosh é um fitoterápico muito utilizado para reposição estrogênica. .
Para o tratamento da TPM H deve-se garantir uma alimentação rica em magnésio e vitamina B6 e, em alguns casos, de vitamina E e zinco. É fundamental a redução dos doces sódio, farinha de trigo, e aumento de fontes de óleos essenciais.
Para todos os tipos de TPM é importante:
* Fazer exercícios físicos regulares
* Beber 2 litros de água pura ao dia
* Evitar alimentos processados e industrializados
* Reduzir laticínios
* Reduzir Glúten
* Beber com muita moderação
* Procurar atividades prazerosas
* Evitar monoglutamato de sódio ( produtos industrializados)
Fonte: site nutrição funcional
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